Regência continuou bombando em Outubro

Mais um mês se passou e o Espírito Santo continua rendendo boas ondas ao longo desse rico litoral capixaba.

Nossa rainha, REGÊNCIA, também continuou dando o ar da graça e no último swell, ela quebrou perfeita para as lentes da fotógrafa Mariana Pandolfi.

Confira abaixo:

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Fotos: Mariana Pandolfi

Conheça os Wildcards para o WT 2022 anunciados pela WSL

LOS ANGELES, Califórnia / EUA (sexta-feira, 15 de outubro de 2021) – Neste dia a Equipe de Competição e Tours da World Surf League (WSL) anunciou os wildcards da WSL para a temporada 2022 Championship Tour (CT): Lakey Peterson (EUA), Malia Manuel (HAW), Kolohe Andino (EUA) e Owen Wright (AUS).

Owen Wright


Esses atletas se juntarão às eliminatórias do 2021 Championship Tour, bem como aos atuais surfistas que competem no 2021 Challenger Series. Há dois eventos restantes na Challenger Series, o Quiksilver e Roxy Pro France (em andamento) e o Haleiwa Challenger, que determinarão as classificações finais da Challenger Series e as eliminatórias para a elite do CT.

Malia Manuel


“Estamos entusiasmados em receber esses surfistas de volta nos Campeonatos do Tour como Wildcards da temporada de 2022”, disse Jessi Miley-Dyer, vice-presidente sênior de Tours e chefe da competição. “Lakey e Kolohe sofreram lesões no início da temporada, com os dois atletas perdendo um total de cinco eventos na última temporada. Malia e Owen tiveram bons resultados em 2021 e estavam muito próximos da requalificação para 2022 no final da temporada. Todos os quatro surfistas tiveram desempenho comprovado nos últimos anos e conquistaram um lugar entre os melhores do mundo. “

Kolohe Andino


O Championship Tour 2022 masculino será disputado pelos Top 36 da WSL, composto por:

  • Os 20 primeiros colocados no ranking do CT 2021
  • Os 12 primeiros colocados do Challenger Series 2021
  • Dois curingas da temporada da WSL
  • Dois curingas do evento

O 2022 Championship Tour feminino será disputado pelas Top 18 da WSL composto por:

  • As nove primeiras colocadas no ranking do CT 2021
  • As seis primeiras colocadas do Challenger Series 2021
  • Duas wildcards da temporada da WSL
  • Uma wildcard do evento
Lakey Peterson


Com novas instalações e uma estrutura de turismo renovada, a temporada de 2022 CT começará com 36 homens e 18 mulheres. No meio da temporada, o campo será reduzido para 22 homens e 10 mulheres. Os melhores surfistas seguirão para a segunda metade do tour, onde serão acompanhados por dois wildcards masculinos e duas femininas (um wildcard de temporada e um wildcard de evento) e automaticamente requalificados para o 2023 CT.

Ranking Feminino 2022 Championship Tour
1 – Carissa Moore (HAW)
2 – Tatiana Weston-Webb (BRA)
3 – Sally Fitzgibbons (AUS)
4 – Stephanie Gilmore (AUS)
4 – Johanne Defay (FRA)
6 – Caroline Marks (EUA)
6 – Tyler Wright (AUS)
8 – Isabella Nichols (AUS)
9 – Courtney Conlogue (EUA)


Wildcards da temporada
 Lakey Peterson (EUA)
Malia Manuel (HAW)

Veja as classificações atuais da série Challenger.

Ranking Masculino 2022 Championship Tour
1 – Gabriel Medina (BRA)
2 – Italo Ferreira (BRA)
3 – Filipe Toledo (BRA)
4 – Conner Coffin (EUA)
5 – Morgan Cibilic (AUS)
6 – Griffin Colapinto (EUA)
7 – Jordy Smith (ZAF)
8 – Kanoa Igarashi (JPN)
9 – Yago Dora (BRA)
10 – Frederico Morais (PRT)
11 – John John Florence (HAW)
12 – Jack Robinson (AUS)
13 – Leonardo Fioravanti (ITA)
14 – Deivid Silva (BRA)
15 – Ryan Callinan (AUS)
15 – Ethan Ewing (AUS)
18 – Kelly Slater (EUA)
19 – Jadson Andre (BRA)
20 – Seth Moniz (HAW)
20 – Miguel Pupo (BRA)

Wildcards da temporada
Kolohe Andino (EUA)
Owen Wright (AUS)

Veja as classificações atuais da série Challenger.

LayBack Pro apresentado pela Billabong recoloca Florianópolis no Circuito Mundial de Surfe com etapas do WSL Qualifying Series

FLORIANÓPOLIS, Santa Catarina (Quinta-feira, 14 de outubro) – A cidade de Florianópolis volta a sediar uma etapa do Circuito Mundial de Surfe, com a estreia do LayBack Pro apresentado pela Billabong nos dias 10 a 14 de novembro na Praia Mole. A praia mais badalada da Ilha de Santa Catarina, retorna ao cenário internacional do esporte depois de 11 anos, com uma etapa do World Surf League Qualifying Series, com status QS 3000 para os homens e QS 1000 para as mulheres. A última passagem do Circuito Mundial pela Praia Mole foi em 2010, com o espanhol Aritz Aranburu e a havaiana Coco Ho festejando os títulos. 

LayBack Beer é uma marca de cerveja criada pelo medalhista olímpico, Pedro Barros, que nasceu no meio das pistas de skate e das ondas surfadas na Ilha de Santa Catarina, da vontade de fazer algo que acompanhasse o espírito livre e original desses esportes. A LayBack é a marca que mais incentiva e investe na construção de pistas de skate no país, já está presente em grandes cidades do Brasil e patrocina vários skatistas e surfistas. Agora, vai estrear no Circuito Mundial da World Surf League, com o LayBack Pro apresentado pela Billabong com uma etapa do WSL Qualifying Series masculina e feminina.

“O surfe sempre fez parte da nossa vida aqui em Florianópolis”, destaca André Barros, pai do skatista Pedro Barros e sócio-fundador da LayBack Beer“Poder fazer um evento desse porte para Floripa voltar ao calendário mundial, é um sonho sendo realizado não só para nós, mas, principalmente, para todos os moradores, a comunidade do surfe catarinense e o comércio local. Parabéns a todos os envolvidos, que acreditaram juntamente com a LayBack, nesse projeto de trazer uma etapa do Circuito Mundial de volta para a nossa cidade”

O LayBack Pro apresentado pela Billabong será o primeiro evento da World Surf League no Brasil, após a pandemia do Covid-19. A última aconteceu em Fernando de Noronha (PE), em fevereiro do ano passado. O resultado na Praia Mole, vai abrir o ranking regional de 2021/2022 da WSL Latin America, que classificará dez surfistas na categoria masculina e cinco na feminina, para disputar o WSL Challenger Series do ano que vem. O campeão e a campeã na Praia Mole, largarão na frente na corrida por estas vagas, com 3.000 pontos no ranking masculino e 1.000 no feminino. 

“Ficamos felizes em poder retomar as competições de surfe no Brasil por Florianópolis, que é uma cidade tradicional de grandes eventos ao longo dos anos. E, especialmente na Praia Mole, que ficou marcada pela primeira vitória do nosso tricampeão Gabriel Medina no Circuito Mundial”, disse Ivan Martinho, CEO da WSL Latin America. “Quero parabenizar a Layback, a Billabong, a Prefeitura de Florianópolis e todos os patrocinadores e apoiadores, bem como a nossa nova licenciada, a Agência Esporte Arte, por realizarem este evento que vai abrir a batalha por vagas para o WSL Challenger Series 2022. Esperamos que seja um grande campeonato e que nossos surfistas deem um show na Praia Mole”.
    
Florianópolis é a cidade do Brasil que mais promoveu etapas do WSL Qualifying Series. Das 140 realizadas entre 1992 e 2020, 27 aconteceram na capital catarinense e 10 delas na Praia Mole, onde em 2009 o hoje tricampeão mundial Gabriel Medina surgiu para o cenário internacional, como o mais jovem vencedor de uma etapa do Circuito Mundial, com apenas 15 anos de idade. Foi também na Ilha de Santa Catarina, que aconteceram as primeiras etapas do World Qualifying Series no Brasil, dos homens em 1992 na Praia da Joaquina e das mulheres em 2006 na Praia do Santinho. A Joaquina também sediou o último QS em Florianópolis em 2016. 

“Florianópolis sempre foi a capital do surfe no país”, afirmou Ed Pereira, secretário de Cultura, Esporte e Lazer da Prefeitura Municipal de Florianópolis. “É um orgulho para a nossa gestão ter novamente um evento desta grandeza e eu visto a camisa quando o assunto é o futuro da nossa Ilha! Através da Secult, procuro idealizar projetos que impactam e transformam nossa cidade. A nossa bandeira é o esporte e movimentar Floripa é nosso objetivo”.

O LayBack Pro apresentado pela Billabong na Praia Mole de Florianópolis, é um evento licenciado pela WSL Latin America para a Agência Esporte Arte (AEA) promover uma etapa masculina e feminina do WSL Qualifying Series, que será realizada com o patrocínio da Corona e GND Incorporadora e apoio da Prefeitura Municipal de Florianópolis, através da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer, da Fundação Municipal de Esportes, da Federação Catarinense de Surf (FECASURF) e da Associação de Surf da Praia Mole (ASPM). O evento será transmitido ao vivo pelo WorldSurfLeague.com e pelo aplicativo da WSL.

SORTEIO BILLABONG e ALTAS ONDAS!

Galera, quer ganhar na moleza 1 BOARDSHORT irado da Billabong e um Boné também da Billa???

É super simples participar, basta correr lá no nosso Instagram @surfvix procura a foto oficial (abaixo) e fazer aquela dinâmica básica:

  1. seguir as redes sociais participantes
  2. marcar 2 amigos

Mais nada! Simples e objetivo, o resto é sorte!!! Bora lá!!!!!

Brasil receberá em novembro duas etapas do QS valendo 3.000 pontos cada!

Line up de Itaúna – Saquarema


Falta pouco mais de 1 mês para o Brasil receber duas importantes etapas da WSL – World Surf League, ambas valendo 3.000 pontos no ranking do QS (Qualifyng Series) classificatórios pro WT 2022.

A primeira será no Sul, num estado dos celeiros de grandes nomes do surf nacional e mundial, em Santa Catarina, Praia Mole, o evento é o Layback Floripa Pro presented by Billabong.
A etapa acontecerá entre os dias 10 e 14 de novembro de 2021.

Praia Mole – SC


Já a segunda parada será no Rio de Janeiro, valendo as mesmas 3.000 importantes pontuação, os atletas vão para a capital nacional do surf – SAQUAREMA, Itaúna. Saquarema Surf Festival QS.

Itaúna – Saquarema (Vitória Filipe Toledo – 2019)

Os brasileiros terão a oportunidade de brigar por 6.000 pontos importantes para alcançarem boas colocações no ranking geral da WSL.

E expectativa é grande e vamos acompanhar todos esses passos e torcer para termos altas ondas e logicamente brasileiros no pódio.

Em breve mais novidades!!!

Challenger Series começa com supremacia Americana e Australiana, somente 1 brasileiro na zona de classificação para 2022

Só deu Estados Unidos no pódio do US Open of Surfing apresentado pela Shiseido na Califórnia. O top da elite da World Surf League, Griffin Colapinto, 23 anos, festejou a primeira vitória da sua carreira, na final californiana com Jake Marshall, 22. E Caitlin Simmers, de apenas 15 anos, derrotou a havaiana Gabriela Bryan, 19, na decisão feminina. Os quatro lideram o primeiro ranking do WSL Challenger Series e a próxima batalha por vagas para o World Surf League Championship Tour 2022, já começa no sábado em Ericeira, Portugal.

HUNTINGTON BEACH, CALIFORNIA, USA – SEPTEMBER 26: Griffin Colapinto and Caitlin Simmers of the USA are the 2021 US Open of Surfing Champions the Final of the US Open of Surfing Huntington Beach presented by Shiseido on September 26, 2021 at Huntington Beach, California, USA. (Photo by Kenny Morris/World Surf League)


Na categoria feminina, são seis surfistas que se classificam para completar a elite das top-16, que vai disputar o título mundial no CT 2022. A havaiana Gabriela Bryan perdeu a final do US Open of Surfing, mas lidera o ranking com 13.000 pontos, porque está somando 5.000 pontos do QS 2020. A campeã no domingo, Caitlin Simmers, está em segundo lugar com 10.500 pontos e as outras surfistas no G-6 para o CT 2022, após a primeira etapa na Califórnia, são a havaiana Coco Ho (3.o lugar), a costa-ricense Brisa Hennessy (5.o), a australiana Macy Callaghan (7.o) e a francesa Vahine Fierro (7.o).

VAGAS PARA O CT 2022 – SOMENTE 1 BRASILEIRO

Com o quinto lugar no US Open of Surfing, Lucas Silveira ganhou 5.000 pontos, para somar com os 750 do seu melhor resultado no WSL Qualifying Series de 2020. Ele começa em 13.o lugar no ranking do WSL Challenger Series 2021, que vai classificar doze surfistas para o CT 2022. Mas, é o nono dessa lista, porque cinco tops já garantidos na elite estão à sua frente, o líder Griffin Colapinto e Leonardo Fioravanti (3.o), Kanoa Igarashi (5.o), Ethan Ewing (11.o) e Jack Robinson (13.o). Além de Lucas, o outro único sul-americano no G-12 é o peruano Alonso Correa, em nono lugar no ranking da primeira etapa do WSL Challenger Series 2021. O capixaba Rafael Teixeira acabou não avançando para o 2º round e terminou em 70º no ranking geral classificatório para o WT 2022.

Lucas Silveira – Foto: Nilton Bap


WSL Challenger Series vai completar a elite que disputará os títulos mundiais no World Surf League Championship Tour 2022, classificando 12 surfistas para a categoria masculina e seis para a feminina. Depois do US Open of Surfing, tem mais três etapas para fechar as duas listas, o MEO Vissla Pro Ericeira que começa já no próximo sábado e vai até 10 de outubro em Ribeira D´Ilhas, Portugal, o Quiksilver Pro France de 16 a 24 também de outubro em Hossegor, França, e o Haleiwa Challenger de 26 de novembro a 7 de dezembro em Haleiwa Beach, no Havaí. O ranking final do WSL Challenger Series vai computar três resultados e um deles pode ser a maior pontuação conseguida no WSL Qualifying Series de 2020, antes do Circuito Mundial ser cancelado por causa da pandemia do Covid-19.

TOP-12 DO WSL CHALLENGER SERIES – 1.a etapa de 2021 + 1 do QS 2020:
*-vaga no CT 2022 já garantida
*01: Griffin Colapinto (EUA) – 10.750 pontos
02: Jake Marshall (EUA) – 10.500
*03: Leonardo Fioravanti (ITA) – 10.000
03: Liam O´Brien (AUS) – 10.000
*05: Kanoa Igarashi (JPN) – 9.000
06: Shun Murakami (JPN) – 8.500
07: Matt Banting (AUS) – 8.000
08: Nolan Rapoza (EUA) – 7.975
09: Alonso Correa (PER) – 7.500
10: Michael Dunphy (EUA) – 6.850
*11: Ethan Ewing (AUS) – 6.500
12: Callum Robson (AUS) – 6.000
*13: Jack Robinson (AUS) – 5.750
13: Lucas Silveira (BRA) – 5.750
15: Cam Richards (EUA) – 5.725
16: Vasco Ribeiro (PRT) – 5.500
16: Imaikalani Devault (HAV) – 5.500
——–próximos sul-americanos até 100:
18: Wiggolly Dantas (BRA) – 5.400 pontos
*25: Jadson André (BRA) – 5.000
29: João Chianca (BRA) – 4.750

30: Lucca Mesinas (PER) – 4.500
32: Weslley Dantas (BRA) – 4.400
35: Thiago Camarão (BRA) – 4.150

39: Alex Ribeiro (BRA) – 3.875
41: Edgard Groggia (BRA) – 3.750
44: Ian Gouveia (BRA) – 3.650
*45: Yago Dora (BRA) – 3.250
53: Samuel Pupo (BRA) – 2.850
*58: Filipe Toledo (BRA) – 2.500
58: Alejo Muniz (BRA) – 2.500

58: Leandro Usuna (ARG) – 2.500
64: Willian Cardoso (BRA) – 2.400
67: Marco Giorgi (URU) – 2.350
67: Michael Rodrigues (BRA) – 2.350
70: Rafael Teixeira (BRA) – 2.300
71: Jessé Mendes (BRA) – 2.150
*77: Deivid Silva (BRA) – 2.000
81: Victor Bernardo (BRA) – 1.750
81: Renan Pulga Peres (BRA) – 1.750
81: Leo Casal (BRA) – 1.750

98: Cristobal de Col (PER) – 1.475

TOP-6 DO WSL CHALLENGER SERIES – 1.a etapa de 2021 + 1 do QS 2020:
*-vaga no CT 2022 já garantida
01: Gabriela Bryan (HAV) – 13.000 pontos
02: Caitlin Simmers (EUA) – 10.500
*03: Carissa Moore (HAV) – 10.000
03: Coco Ho (HAV) – 10.000
05: Brisa Hennessy (CRI) – 8.300
*06: Tyler Wright (AUS) – 8.000
07: Macy Callaghan (AUS) – 7.500
07: Vahine Fierro (FRA) – 7.500
——–sul-americanas até 100:
36: Daniella Rosas (PER) – 3.300 pontos
46: Dominic Barona (EQU) – 2.375
59: Anali Gomez (PER) – 1.500
60: Sol Aguirre (PER) – 1.450
61: Summer Macedo (BRA) – 1.350
73: Josefina Ané (ARG) – 975
85: Silvana Lima (BRA) – 650

As finais do Mundial de Surf batem recorde de audiência na história da World Surf League

LOS ANGELES, Califórnia / EUA (quinta-feira, 16 de setembro) – A estreia do Rip Curl WSL Finals no dia 14 de setembro em Lower Trestles, San Clemente, Califórnia, Estados Unidos, estabeleceu um novo recorde de audiência digital ao vivo na história da World Surf League (WSL). O evento fechou o World Surf League Championship Tour 2021, com Gabriel Medina e Carissa Moore sendo coroados como campeões mundiais nas decisões contra Filipe Toledo e Tatiana Weston-Webb. Foi o dia com maior número de fãs assistindo a transmissão ao vivo, ultrapassando o recorde registrado na final brasileira entre Italo Ferreira e Gabriel Medina no Billabong Pipe Masters de 2019.

SAN CLEMENTE, CALIFORNIA, USA – SEPTEMBER 14: Four-time WSL Champion Carissa Moore of Hawaii, two-time WSL Champion Gabriel Medina of Brazil and WSL CEO Erik Logan after surfing in the Title Match of the Rip Curl WSL Finals on September 14, 2021 at Lower Trestles, San Clemente, California. (Photo by Pat Nolan/World Surf League)

“O surfe que vimos no CT deste ano foi espetacular e culminou com o nosso momento mais importante da temporada, a batalha pelos títulos mundiais no inédito Rip Curl WSL Finals”, disse o CEO da World Surf League, Erik Logan“Ver os dez melhores surfistas do ano se enfrentando em ondas incríveis e com os títulos mundiais feminino e masculino sendo decididos no mesmo dia e no mesmo lugar pela primeira vez, foi realmente muito especial. Este novo formato cativou nosso público e aumentou nossa audiência como nunca visto antes”.

O evento histórico, com este novo formato para decidir os títulos mundiais, marcou o encerramento de uma temporada incrível, que também ficará marcada pela estreia do surfe como modalidade olímpica em Tóquio. A primeira edição do Rip Curl WSL Finals gerou mais de 6,8 milhões de visualizações de vídeo ao vivo, batendo todos os recordes antes registrados.

Como parte da estratégia da WSL para impulsionar o crescimento do esporte, em 2021 os eventos do CT também foram transmitidos pelo YouTube pela primeira vez, gerando novos espectadores e um novo recorde de audiência. A transmissão ao vivo do Rip Curl WSL Finals no YouTube ultrapassou a média dos eventos do CT 2021e atingiu a maior audiência na plataforma da WSL, dobrando os números do recorde anterior, da final de 2019 em Pipeline.

Antes do evento, o conteúdo do Rip Curl WSL Finals já havia gerado 11,3 milhões de visualizações, atingindo mais fãs do que qualquer outra competição na história da WSL. Além do pré-evento e do público digital ao vivo, o evento também pode quebrar o recorde de visualizações de Video On Demand e também apresentou uma grande audiência nas redes de televisão linear. O Rip Curl WSL Finals foi transmitido ao vivo por canais parceiros da WSL em todo o mundo, como a ESPN no Brasil. A Nielsen Sports está trabalhando para agregar todos os números de visualizações lineares da transmissão ao vivo pelas TVs.

(Photo by Pat Nolan/World Surf League)

Mais um dia épico em Regência, 15/09/2021

Mais uma vez a fotógrafa Mariana Pandolfi apontou suas lentes para outside de Regêcia nessa quarta-feira.

As ondas estavam em torno de 1,0 a 1,5 com séries maiores, CLÁSSICO!!!

Os surfistas que partiram pra vila mágica, fez a mala!!!

Confira depois o Instagram da mariana, o Brazilian Shots. E fiquem por dentro de todas as novidades sobre Regência!

Medina pensa em pausar as competições em 2022, entenda

Gabriel Medina publica fotos com taça de tricampeão ao lado de Yasmin  Brunet - Revista Marie Claire | Celebridades

O brasileiro Gabriel Medina não crava que competirá o Circuito Mundial de Surfe (WCT) de 2022. Uma pausa não está descartada pelo surfista, que conquistou seu tricampeonato na última terça, em Trestles (EUA). Em entrevista exclusiva ao LANCE!, ele admitiu que pode, pela primeira vez desde que estreou na elite, ficar sem disputar etapas do campeonato da WSL.

– Preciso parar um pouco de pensar só em competição, porque tudo que eu faço hoje, alimentação, rotina… É tudo focado em competição, para eu estar 100% em todos as disputas. Eu nunca perdi uma etapa. É difícil fazer isso por anos. Acho que chegou o momento em que eu preciso dar uma pausa – disse Medina.

O brasileiro ingressou na elite do surfe mundial em 2011, com apenas 17 anos. Em 2021, completou dez no tour – com exatamente 100 etapas disputadas de lá para cá. Dessas, subiu no lugar mais alto do pódio 17 vezes – contando o último WSL Finals -, além de faturar três títulos mundiais (2014, 2018 e 2021).

Medina, no entanto, ainda disse que a decisão não está tomada em sua cabeça.

– Esse ano foi difícil, emendei uma viagem na outra, quase não voltei para casa. São dez anos que tenho que estar no mesmo nível, treinando, fazendo escolhas para performar melhor… É muito intenso, exige bastante. Eu quero me dar um tempo, mas é algo que ainda vou parar para pensar, deixando dia após dia… Vamos ver como vai ser – completou o surfista, que é casado com a modelo Yasmin Brunet.

No passado, alguns surfistas já optaram por um ‘ano sabático’. O mais recente deles foi Mick Fanning, que disputou apenas cinco das onze etapas em 2016, retornando ao campeonato de forma integral em 2017. O australiano, também tricampeão mundial, no entanto, já estava com 35 anos – Medina tem 27 -, e o fez após perder o irmão mais velho e passar pelo ataque de tubarão durante uma etapa da África do Sul, em 2015.

Caso opte por disputar apenas algumas baterias em 2022 – ou até nenhuma -, Medina poderia não alcançar a posição necessária na tabela para se garantir na elite de 2023.

No entanto, em contato com a Liga Mundial de Surfe (WSL), a entidade confirmou que, caso o brasileiro decida por isso, ele seria ‘beneficiado’ com um convite direto para o WCT do ano seguinte – assim como acontece com atletas que sofrem com lesões durante a temporada.

Fonte: Lance

Meninas surfam em Regência clássica!

Nesta segunda-feira, dia 13 de setembro, algumas meninas aproveitaram o mar clássico em Regência e resolveram se jogar no mar.

Elas literalmente representaram o surf feminino!!!!

As surfistas foram, na ordem: Maria Elisa, Isabella Mayara, Mariana Salles, Luiza Coutinho e Bianca Cruz.

A fotógrafa Mariana Pandolfi, que possui um perfil no Instagram Brazilian Shots, fez os registros. Depois confiram o perfil dela para acompanharem todas as novidades sobre Regência!

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