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14/09 11h46

COB emite nota sobre o cancelamento da participação do Brasil no ISA Games

A equipe brasileira não vai para o ISA World Surfing Games, competição classificatória para os Jogos Pan-Americanos de Lima (2019), que acontece nos moldes das Olimpíadas.

A verba (R$ 278.000,00) foi liberada pelo COB (Comitê Olímpico do Brasil), mas a CBSurf (Confederação Brasileira de Surf) não conseguiu passar pela burocracia que todas as confederações passam, então o time formado por Ian Gouveia, Geovane Ferreira, Marcos Corrêa, Anne dos Santos, Gilvanita Ferreira e Larissa dos Santos não vão mais nos representar na competição mundial.

Nota do COB

O COB enviou uma nota para o jornal O GLOBO. Confira ela abaixo:

“O COB aprovou a liberação de verba para o projeto apresentado pela CBsurf para o ISA Games no dia 17 de julho, com previsão de repasse de recurso e início da execução do projeto pela CBSurf em 1º de agosto. No entanto, na data prevista para repasse, a CBSurf estava impossibilitada de receber recursos da Lei Agnelo/Piva por não ter apresentado documentos necessários e obrigatórios para prestação de contas de projetos anteriores.

Assim que a CBSurf regularizou sua situação de prestação de contas, no dia 3 de setembro, o recurso foi disponibilizado. Durante o período em que a CBSurf estava impossibilitada de receber recursos, o COB informou que poderia executar o projeto, como atualmente atua com algumas Confederações, com o objetivo de não causar prejuízos aos atletas. A CBSurf optou por aguardar o momento que pudesse receber o recurso e executar o projeto.

Na quinta-feira, 6 de setembro, a CBSurf esteve no COB e informou diversas dificuldades operacionais internas para contratação de passagens aéreas, hospedagem, alimentação e aluguel de veículo, que poderiam acarretar problemas na futura prestação de contas da entidade junto ao COB. O COB então deu orientações para que a Confederação pudesse seguir com o planejamento.

Na segunda-feira, dia 10, a CBSurf esteve novamente no COB e informou que não tinha conseguido fazer nenhuma das contratações necessárias. Mesmo diante do curtíssimo prazo para a viagem, o COB buscou, mais uma vez, auxiliar a confederação na organização desta ação.

Em relação as passagens aéreas, na data em que as reservas foram solicitadas, só havia disponibilidade em empresas aéreas com conexão nos Estados Unidos, onde é necessário visto para entrada no país. A CBsurf era a responsável por conseguir os vistos para seus atletas e a equipe feminina não dispunha de visto americano. Pela Europa só havia disponibilidade de passagens de primeira classe e a Lei Agnelo/Piva não permite a compra de passagens desta categoria. Desta forma essa ação não pode ser realizada no tempo necessário para participação no evento.

Por decisão da CBSurf, a participação no Mundial foi então cancelada”.

Fonte: OGLOBO.com

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