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22/01 13h33

Rio Pro prossegue no Postinho, mas passa a ter Grumari como 2ª opção

Após sucesso de 2015, etapa brasileira do Circuito Mundial mantém local de disputa. Grumari fica como "stand by" e terá esquema especial de acesso e estacionament

Rio Pro prossegue no Postinho, mas passa a ter Grumari como 2ª opção
Após sucesso de 2015, etapa brasileira do Circuito Mundial mantém local de disputa. Grumari fica como “stand by” e terá esquema especial de acesso e estacionamento
22/01/2016 11h43 – Atualizado em 22/01/2016 12h30
Por Felipe Siqueira
Rio de Janeiro
Rio Pro recebeu mais de 100 mil pessoas ao longo dos cinco dias de competição, recorde histórico de público (Foto: Reprodução/Facebook)
Rio Pro recebeu mais de 100 mil pessoas ao longo dos cinco dias de competição, recorde de público (Foto: divulgação)
Recorde de público em 2015, a etapa brasileira do Circuito Mundial de Surfe terá o Postinho, na praia da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, mais uma vez como sede do evento. A janela da competição está marcada de 10 a 21 de maio deste ano. Grumari, no bairro vizinho do Recreio dos Bandeirantes, chegou a ser cogitado para ser palco principal, mas será utilizado como “standy by” neste primeiro ano e não é descartado que assuma a posição de “titular” no futuro. O sucesso com a torcida e a infraestrutura da região pesaram para a Liga Mundial de Surfe (WSL) eleger o local como sede do campeonato pelo sexto ano consecutivo, como noticiado por Rico de Souza em coluna do “Extra” e confirmado por Renato Hickel e Xandi Fontes, dirigentes brasileiros da WSL. Por outro lado, em razão dos problemas de poluição ocorridos e das poucas ondas no torneio no ano passado, a organização do evento optou por Grumari como “plano B”. No ano passado, a opção auxiliar era outro ponto na Barra, próximo aos postos 5 e 6, descartado este ano por questões técnicas, já que quando as ondas não estão boas no Postinho, não costumam estar boas por lá também.

– Existe uma série de fatores que levou a WSL a decidir manter Postinho como o principal local do evento. Entendemos que, principalmente, é o melhor local para atender aos competidores e o público. Óbvio que a qualidade da água é uma preocupação. Por isso teremos Grumari como um “backup”, que poderá ser utilizado se a água não estiver de acordo, ou se a ondulação no Postinho não entrar – explicou o Comissário-adjunto da WSL, Renato Hickel.

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(Foto WSL/Kelly Cestari)

– Foi uma decisão tomada em consenso entre surfistas e os comissários da WSL de manter por lá (Postinho). Teve o sucesso do ano passado, repercussão de mídia e de público, tem essa facilidade de acesso… Os surfistas gostam também, tem a questão dos hotéis, da segurança, do comércio próximo… – complementou o Gerente-geral da WSL na América do Sul, Xandi Fontes.

 

Fonte: Globo

 

 

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