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28/01 11h39

John John está fora do time Hurley e rompem contrato milionário!

O Bi Campeão Mundial de surf está sem patrocinador principal no bico

É isso mesmo, John Florence não surfa mais pela Hurley. Marca que carregou em suas pranchas desde que assinou o contrato em janeiro de 2013. O maior contrato de todos os tempos no mundo do surf – um pacote de US $ 30 milhões para oito anos de trabalho – virou poeira.

Vale lembrar que a Hurley manteve a equipe de surf mais cara que o mundo do surf já viu, tanto no lado masculino quanto no feminino, incluindo o surfista mais bem pago na história do esporte, até então o próprio John John Florence.

Até este momento, todos os olhos estavam voltados para John Florence e seus próximos passos: até que o havaiano apareceu em Pipeline esses dias sem adesivos na prancha.

BLUESTAR ALLIANCE – Advogados
Um fato ocorrido, segundo a Stab, às 9h da manhã de quinta-feira, 2 de janeiro, muitos surfistas da equipe Hurley receberam por e-mail algo parecido,  uma cláusula de rescisão em seus contratos dos advogados da Bluestar Alliance, informando que seus contratos haviam terminado:

“Eu surfei pela marca há 15 anos, esperava receber um aviso como esse de alguém com quem trabalhei de perto ou que se preocupasse comigo dentro da empresa, não de advogados”, disse um ex-surfista de Hurley.

A primeira rodada de cortes foram de surfistas ícones como Carissa Moore, Rob Machado, Michel Bourez e Eli Hanneman, de 17 anos.

Os atletas classificados para as Olimpíadas da marca ficaram na mira, pois os advogados também não aceitaram o fato de que os logos dos patrocinadores oficiais dos atletas são proibidos nos equipamentos olímpicos.

Se essas informações estiverem realmente corretas, até o final do verão, cinco atletas olímpicos da Hurley serão ´´demitidos´´: Carissa. John. Michel. Já se foram.

Julian Wilson é o único surfista olímpico que ainda não tirou os adesivos, mas existem rumores de que ele está conversando com a Oakley e Lululemon atualmente.

FILIPE TOLEDO E SEU FUTURO

Sobre nosso brasileiro Filipe Toledo, pelo que parece está seguro na marca. No ano passado Filipinho garantiu um contrato aparentemente impermeável de cinco anos e US $ 600 mil por ano com Hurley.
Quanto a essa quebra de contrato que está ocorrendo, como Filipinho não se classificou para os jogos Olímpicos, por um lado o ajudou a não quebra do mesmo por conta dos Jogos e sua proibição da utilização da marca durante o evento.

CENÁRIOS HIPOTÉTICOS SOBRE JOHN JOHN

Nos últimos 20 anos, não houve um surfista do primeiro escalão (WT) que se aventurou além da indústria do surf e conquistou um patrocinador principal a altura salarial.

Como JJ é considerado um dos surfistas mais comercializável do mundo, tudo o que acontecer com o atleta a partir de agora terá um impacto sobre todos abaixo dele. Se ele não conseguir se conectar com marcas fora da indústria do surf, teoricamente, nenhum outro da elite do surf conseguirá no atual momento. Lembrando, estamos falando dentro dos valores de salários esperados para o nível dos atletas.

Cenário hipotético A:  Se John assinar com uma Ralph Lauren, Uniqlo, Adidas ou um conglomerado robusto, significa que outros surfistas potencialmente têm influência além da esfera do surf. Isso aumentará a capacidade de ganho de todos os que estão abaixo dele e permite que outros surfistas busquem suporte além da indústria do surf. Isso também significará que, se uma marca de surf quiser atrair um grande nome para sua equipe, eles precisarão automaticamente competir com essas outras marcas, aumentando assim o teto salarial.

Cenário hipotético B:  John também pode decidir trabalhar com uma marca que seja complementar à sua personalidade e seguir na mesma linha.


Rob Machado, ícone e lenda do surf mundial deixa a marca.

A consequência que alguns analistas especulam é que, por exemplo, se John fechar uma nova marca por um período de cinco anos com um salário que variam entre US $ 500 mil e US $ 1,5 milhão,  então esse poderá ser o limite para qualquer um dali em diante.

Embora grande parte disso seja altamente especulativo pela Stab, onde nos baseamos para a matéria, eles afirmam também que conversaram com dezenas e dezenas de fontes, reunindo seus respectivos pontos de vista para tentar entender o mercado e o que o desfecho dessa história significará para os surfistas profissionais em todo o mundo.

Uma coisa é certa, haverão muitos focinhos farejando informações em cima dos surfistas profissionais da elite como nunca houve em outro momento da história do surf.

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